O ANO DO PLÁGIO
January 06, 2007 | 08:12Pegando embalo na idéia do Julio e aproveitando a preguiça de desenvolver idéias boas de post, vamos resenhar até comercial de margarina nessa pocilga. Menos conversa e mais ação. Senhoras e senhores o primeiro post de 2007.
NACHO LIBRE
O que você pensaria se ouvisse que o Jack Black ia fazer um filme onde ele é um religioso que pratica luta livre e depois visse algumas fotos de divulgação absurdamente engraçadas de tão ridículas? Não sei quanto a vocês, mas eu pensei “preciso ver essa joça agora”. Depois de pensar isso, descobre que as distribuidoras brasileiras vão lançar o filme direto em DVD e começa a praguejar.
Aí você assiste e agradece por não ter pago mais caro e pego fila pra ver isso.
Sinceramente, é um filme ruim. E atentem para o fato de que eu sou um infame nato e gosto de bobagens como Debi e Lóide e qualquer besteira que tenha o Adam Sandler no elenco, mas o que pintava como um pastelão agradável se torna uma seqüência sem fim de piadas batidas e sem timing.
Ignacio (Jack Black) é o insatisfeito e sonhador cozinheiro do monastério de uma pequena cidade no México. É subjugado por seus superiores, mas alimenta o sonho de ser respeitado e vencer na vida, tanto pra ajudar os órfãos do monastério como para impressionar a irmã Encarnación (Ana de La Reguera). Sim, minha gente, já não bastasse ser um fodido na vida, nosso herói ainda é apaixonado por uma freira. Uma luz se ilumina quando Ignácio decide se inscrever no torneio de luta livre para novatos. Assumindo a identidade de Nacho (para não ser reconhecido e conseqüentemente expulso do monastério) e auxiliado por seu companheiro de ringue, Esqueleto (Héctor Jimenez), Ignacio começa uma jornada de dor e humilhação, tomando um cacete na grande maioria das lutas até que… assistam o filme pra saber o final, bestas.

Por mais que Black e Jiménez sejam carismáticos, o filme começa a se tornar maçante e depois de 20 minutos de filme você já começa a adivinhar todas as piadas que vem na seqüência. Uma pena, porque a premissa era boa.
Em todo caso, se você não gostar pode desligar e assistir o Rally Paris Daccar.
Nota: 4,5 e uma chave de braço pra ficar esperto.



Poutz, desse jeito perdi o tesão de ver a bagaça!
Comment by Tiago — January 06, 2007 @ 14:03
o sistema de comentários desse negócio é um tanto quanto bizarro… mãããs, concordo contigo em relação ao filme. Os extras do dvd, aliás, são melhores que o filme todo =)
Comment by Jayme — January 06, 2007 @ 14:39
tá, eu nunca vou ver esse filme pq não tem nada a ver com o que eu gosto…
então vou só dizer que o rally não é mais paris-dacar… é rally dacar só, pq pode começar em qualquer cidade da europa, dependendo da viadagem do ano…
ai, como eu sou chata
Comment by vanessa — January 07, 2007 @ 20:46
Eu vou ver e provavelmente vou gostar… =P
Comment by Julio — January 08, 2007 @ 12:00
Se for pra pagar pra ver essa porcaria eu prefiro assitir as lutas armadas do ECW e do WWE. Pelo menos já está incluído no pacote da Sky.
Comment by Bruno — January 08, 2007 @ 12:15
Eric, essa sua resenha é que é cinco estrelas, sem demagogia.
(e nem sacanagem)
Comment by Lívia — January 08, 2007 @ 22:52
Pior seria se fosse um filme do Lanterna Verde estrelado pelo Jack Black.
Não ria, porque surgiu esse boato na internet.
Comment by Zé — January 09, 2007 @ 10:22
Uma bela pança. Dormi no fim.
Comment by Gabi — January 09, 2007 @ 17:08
Fui só eu que achei, ou o cara de cueca que parece calcinha de velha realmente é a cara do eric?
Comment by Pedro Bó — January 10, 2007 @ 02:23