UNO DOS TRES, CUATRO, CINCO, CINCO, SEIS

September 29, 2006 | 00:15

A Gabi disse que o coelho bizarro do Donnie Darko ia me pegar no banho (heh) se eu não postasse seis coisas quaisquer sobre mim. Como eu não vi esse filme, essa ameaça não fez lá muito efeito. Por outro lado como as idéias decentes tiraram férias, eu agradeceria se todos vocês começassem a me mandar esse tipo de corrente.

I. Tenho uma profunda indiferença pelos clássicos. Não assisti Poderoso Chefão, nem Karatê Kid, nem ET. Odeio Pink Floyd, não estou nem aí se o Jimmy Page era foda e uso livros do Machado de Assis como calço de mesa. Não gostou? Pega eu, rapá!

II. Procrastinação. That’s the word. Eu tenho um sério problema de deixar as coisas pra mais tarde, afinal, acredito que se não estou fazendo agora é porque estou fazendo algo mais importante, como ver um vídeo idiota no Youtube ou organizar minha coleção de revistas MAD por ordem de piadas sem graça. Já perdi dois cachorros, uma namorada, 3 propostas de emprego e diversas amizades que ficaram plantadas na porta de um bar por causa disso.

III. Sou um serial killer de blogs (o que não é lá muita novidade pra ninguém). Tirando o Infernal, já tive mais uns 15. Geralmente são idéias muito boas que se perdem depois de uns 3 meses. São eles:

Velho Deitado (o mais pop); Eu Não Fiz Isso (o começo da nerdagem); Férulas (um blog pra criticar outro blogs no estilo Queima Jesus); Idiot Box (uma idiotice que durou uns 3 posts); Metalinguagem (um blog pra elogiar e recomendar outros blogs); Panela e Blogagi (duas panelinhas que resolveram criar um blog); Deixa que eu Deixo (sobre futebol); Ânsia de Vômito e Não Fode, Mermão! (posts resmungões); Cegos, Surdos e Loucos e Stay Tuned (cinema, música, e livros de colorir); De Repente (uma história sem fim); Bloodsugarsexmagik (letras de música e pequenos textos a respeito delas e o único que ainda é atualizado regularmente) e Plágio (uma megalomania com intergrantes arruaceiros).

IIII. Quando as pessoas me perguntam se eu tive infância a resposta é sempre a mesma: não. Pior é que é verdade.

IIIII. Eu sou legal, sou gente boa, amigão e você pode contar comigo a toda hora, mas se pisar na bola comigo eu nem vou me irritar com você, mas vou ser tão sarcástico que VOCÊ não vai querer mais me ver pela frente.

IIIIII. Não sei escrever em números romanos.

Os infelizes que terão que responder isso são: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

MI KÉ ATUALIZÁ!

September 22, 2006 | 15:44

Como todos nós sabemos, o desemprego no Brasil é um problema muito sério que atinge as mais diversas classes sociais, credos, cores, raças, times de futebol e tipos sanguíneos.Muito preocupados com essa situação por que passavam, alguns membros da Blogagi (Gabi, Lilhá, Zé e eu) resolveram arregaçar as mangas e fazer alguma coisa pra mudar essa pasmaceira na qual eles estavam vivendo.

Decidiram ir ao Hopi Hari.

Pra você que não é de São Paulo, não tem acesso a Internet ou não sabe que digitando as palavras “Hopi” e “Hari” no Google. Deus lhe trará todas as informações que você tanto deseja, Hopi Hari é o país mais feliz do mundo. Quer dizer, se você gosta de ficar de cabeça pra baixo, rodando como um frango assado ou de praticar atividades que te deixem a uma altura considerável do chão e na qual você pensa “se eu cair daqui eles vão ter que me remover com uma espátula” deve ser mesmo. 

Pra mim é só um lugar que me obriga a usar fraldas.

Parece brincadeira, mas o primeiro brinquedo que você vê é ‘La Tour Eiffel’, um elevador que sobe até o quinto dos infernos, de onde você consegue enxergar até seu tio que mora em Itanhaém e que tem como único objetivo cair. Todos concordamos que não seria a coisa mais inteligente a fazer passar mal logo de cara e fomos em frente.
Chegamos ao Rio Bravo, o rio mais chato do Oeste. Eles te colocam numa bóia gigante e você desce uma corredeirazinha. A única emoção que você tem nesse brinquedo é quando a água entra dentro da sua calça e vai descendo pelo rego.

Pausa para atividades amenas, como ver um show no saloon, com o xerife mais gay que o Hopi Hari poderia ter contratado, tinha umas dançarinas gostosas, mas quando a fase é ruim, você faz tudo certo, deixa a zaga pra trás, dribla o goleiro e acaba chutando pra fora.

- Véi, olha aquilo, a peituda ta sentando no colo do cara.
- Do jeito que a gente é azarado, é capaz do negão vir pra nossa mesa.
Negão chega e cumprimenta o Zé 

Havia também um brinquedo que vai impedir minha mãe de ser avó, pois quando ele ficava de cabeça pra baixo, ele tratava de fazer um omelete, se é que você me entendem. Depois loops, montanhas russas, vômito, loops, loops, loops e de eu parar de beber cerveja pra ver tudo em loop, cai a noite e começa a “Hora do Horror”.

Que de horror não tem nada. 

Monstros de tanga, outros flertando com algumas garotas… rolou até um affair entre Gabi e um espírito das trevas, mas ela pipocou. Depois, enquanto eu e o Zé ficamos azarando as cocotinhas colegiais que estavam no parque, as garotas (que são muito mais homens que nós) foram na montanha russa de madeira que, pra variar, era grande pacaraleo.

Findado o dia, demos tchau em hopês para os monstros de tanga, elfos, duendes, xerifes gays e pré-adolescentes suados e fomos embora. Quer dizer, íamos, se o pneu não tivesse furado no meio da estrada. 

Essas foram minhas férias.

Eric Franco – nº 09
3ªC

TEM COISAS QUE SÓ ACONTECEM COM O BOTAFOGO

September 16, 2006 | 23:23

Seu trabalho é um saco, você não tem tempo de realizar as coisas importantes, seu cachorro cagou dentro do seu tênis novo, você acordou e colocou o pé no tênis, acabou a água nos eu bairro, você não pode lavar o tênis e por aí vai. Se “só” isso acontecesse, você já seria um azarado. Agora, se além disso acontecesse o que aconteceu comigo no metrô, quinta-feira e você ainda não tiver se suicidado, meus pêsames. É apenas uma questão de tempo para a morte certa.

Estava eu no metrô, com olheiras gigantes que me assemelhavam ao Benicio Del Toro, lendo um livro técnico pra um trabalho de rádio, algo que jamais despertaria os instintos mais primitivos do sexo oposto. Até que, do nada, na estação São Bento eu ouço trombetas tocando. Como a estação fica ali na região da 25 de Março, achei que poderia ser o rapa. Não era, eram anjos, anunciando que um deles estava prestes a falar comigo.

- Bah, que livro tu tá lendo?
treme
- Er… hum… é bem… pra… um trabalho…
mostra a capa

Loira.
Linda.
Sotaque gaúcho.
A garota que você apresentaria pra todo mundo ficar com inveja.
Um anjo. 

Ela disse que já tinha usado bastante aquele livro, pois trabalhava no ramo e começamos a engatar uma conversa bem legal, que poderia culminar com ela vindo até aqui em casa pra ver minha, hum… coleção de radiotransmissores, sei lá. Foi quando eu ouvi algo que me desmontou, tirou meu chão, me arrasou de verdade:

“Estação Sé. Desembarque pelo lado direito do trem.” 

- Er, tenho que descer.

É nessas horas que a gente entende quando dizem pra parar de cabular aula na faculdade.
Sobram dias livres pra que você REALMENTE precise faltar.

*

Comentário sagaz do acontecido:

Júlio:
Porra, você é um cara de muita sorte. Veja a minha história: estou no trem, lendo Los Angeles - Cidade Proibida. De repente alguém bate no meu braço. Olho para frente e é um cara com os dentes do Ronaldinho Gaúcho e ele lia um livro chamado O 8º Objetivo. Então ele diz:

- Desculpa atrapalhar sua leitura…
- Que isso, não esquenta…
- Só tô falando isso porque você bateu com seu livro no meu nariz… duas vezes.
 

Enquanto isso você encontra a Luize Altenhoffen no metrô e desce na Sé. Agora sabe quando você vai encontrar essa mulher de novo? Nunca!
Eric:
Talvez numa feira de comunicações

Júlio:
Mas enfim, já era véi. Quando você encontrar de novo ela vai estar com um cearense, provavelmente o cara que estava lendo O 8º Objetivo. O mundo é corno e cruel, mas a baleia que não chifra é fiel.

FOI POR MEDO DE AVIÃO

September 12, 2006 | 06:24

Depois dessa semana, acho que nem se alguém dissesse que a Mônica Bellucci queria dar pra mim pra todo o sempre e que tudo o que eu teria que fazer era subir num avião e ir pra Itália eu o faria.

Vejam bem, não tirem conclusões precipitadas, eu adoraria fazê-lo, mas na quinta-feira fui com o Julio assistir Vôo 93 (United 93, 2006), filme que conta a história do quarto avião que foi seqüestrado naquele fatídico 11.09.2001 e que provavelmente tinha como destino a Casa Branca.
O filme começa meio chato, naquela linguagem bonita de tráfego aéreo que é tão interessante quanto assistir um documentário sobre a vida social das ascaris lumbricoidis – principalmente porque elas não têm vida social. Depois de um tempo, o filme decola (pegou, pegou?) e toda a tensão, o medo, a repulsa, bla bla bla sobre os atentados estão ali. Foi bastante elogiado pela crítica, mas eu não vi nada demais, além de um terrorista que parecia um daqueles peruanos que tocam My Heart Will Go On com flautas de bambu na Praça da Sé.

No sábado, dona Lilhoca me emprestou os dvds da 1ª temporada de Lost. Você não sabe o que é Lost? Pelo jeito o Théo anda fazendo escola… Resumidamente, um grupo de pessoas perdidas numa ilha depois que um avião caiu e… isso é toda a informação necessária de que você precisa pra esse post ter sentido.

No domingo, depois de matar 3 garotas e uma criança pra pegar um buquê no Rio de Janeiro, Gabi voltou com vontade de ir ano cinema. Ela queria ver o mullet do Colin Farrell em Miami Vice, mas graças a um site desatualizado, fomos obrigados a assistir Serpentes a Bordo (Snakes on a Plane, 2006). Qual é o crédito que você dá pra um filme com esse nome? E o que dizer então da história? Na verdade, não tem história! São cobras! Num avião!
Por incrível que pereça, o filme é bom. Não é um primor de roteiro, não vai ganhar o Oscar nem nada, mas num domingo a noite comendo MM’s e bebendo um Guaraná de 900ml é tudo o que você poderia querer (além de um banheiro, depois dessa quantidade monstro de refrigerante).
E porra, é o Samuel L. Jackson.

Levantem a bunda daí e vão assistir a bagaça.


"Enough is enough! I have had it with these motherfucking snakes on this motherfucking plane!"

E se por acaso eu esquecer, me lembrem de nunca mais entrar num avião.

N.E.R.D.

September 09, 2006 | 05:29

Ronald Rios diz:
tava aqui mostrando pq o firefox é melhor

Ronald Rios diz:
O Firefox PAGA ATÉ BOQUETE
Pedro Luiz diz:
quanto tu ganhas pra fazer essa propaganda?
Pedro Luiz diz:
nem vo baixar eu tenho aki
Pedro Luiz diz:
só num instalei
Ronald Rios diz:
ganho nada
Ronald Rios diz:
só estou passando o melhor para o meu amigo
Ronald Rios diz:
ie = losers
Ronald Rios diz:
ffox = surfistas sarados
Pedro Luiz diz:
haUHAuahUHAUhauHUahUAHuahU


Eric diz:
uhahuahuahuauhahua
Ronald Rios diz:
não adianta falar da velocidade e da segurança
só de aspectos Malhação

Eric diz:
Caralho, cadê esse plugin do boquete?
Ronald diz:
é só pra usuários antigos, que conheceram os pais e tal
Eric diz:
HASHGASJHSHGA
Po, vou usar o Opera então… Aquela putinha deve estar carente porque ninguém fala dela e vai liberar o brioco


"Mothafocka ctrl+alt+del, man!"

I SEE NARF PEOPLE

September 06, 2006 | 03:29


A Dama na Água (Lady in the Water, 2006)
Direção: M. Night Shyamalan
Estrelando: Paul "Anti Herói Americano" Giamatti, Bryce Dallas "serei a Gwen Stacy" Howard e M. Night "oi, eu sou o diretor" Shyamalan


Comunicado importante: A Dama na Água não é um exemplo clássico de filme de M. Night Shyamalan. Não espere um final aterrador (O Sexto Sentido), uma virada incrível (Corpo Fechado), um ponto de vista a ser discutido (Sinais) ou uma mensagem suliminar qualquer (A Vila).

É só um filme sobre fé e o quanto você quer acreditar nela.

O grande karma da vida de Shyamalan é que até o Juízo Final, vão esperar que ele faça outro filme igual à O Sexto Sentido, que sinceramente, nem é o melhor filme dele. Se você já guardou seu  preconceito pra continuação de Efeito Borboleta como eu, acho que já posso começar a resenha.

Cleveland Heep (Paul Giamatti, competentíssimo) é o zelador gente boa de um condomínio onde moram os tipos mais estranhos e legais que você poderia ter como vizinhos - um grupo de maconheiros que passam o dia todo falando besteira, carinhosamente chamados de Blogagi, um cara viciado em palavra cruzada e seu filho que tem teorias bastante peculiares a respeito se suas caixas de cereal e até a irmã casamenteira chata que solta frases absurdas e completamente fora de propósito nas horas mais inoportunas.

Sua rotina é abalada quando Story (Bryce Dallas Howard) aparece inexplicavelmente na piscina do condomínio. Story é uma narf, que segundo uma antiga história do folclore oriental, se refere as ninfas do mar e a todas aquelas coisas bizarras que sempre existem em histórias folclóricas.


"It’s raining, man!"
"Hallellujah…"

O que faz uma ninfa do MAR aparecer numa piscina ainda é um mistério (quem sabe se ela aparecesse em Miami Vice), mas deixem de ser chatos como eu e prestem atenção na história.

Story é a ninfa-mor e veio até a superfície fazer contato com os humanos pra ver se essa desgraça de povo vai pra frente. Pra isso precisaria entrar em contato com um homem que ia escrever algo importante (não, não era um blog). Bom, ela entrou, mas segundo as lendas tinha um bicho feio que não queria isso e tenta matá-la. A história em si é bem bobinha, quase infantil, mas a idéia do filme é: se uma garota aparece seminua na sua casa, cuidado. Ela pode estar sendo perseguida por um scrunt malvado e vai precisar da sua ajuda.

Na verdade acho que o Shyamalan não queria dizer exatamente isso, mas eu não sabia como terminar o texto. That’s all folks!

A MESMA PRAÇA, O MESMO BANCO…

September 01, 2006 | 19:45

De tempos em tempos, a produção audiovisual brasileira pega todas aquelas boas idéias que estavam guardadas embaixo do colchão e resolve nos brindar com peças que dariam vergonha até ao cara que fez aquele comercial do Guaraná Dolly que juntava Kleber BamBam e Rafael Vanucci num playback tosco.
Apesar da tosquice, continua sendo o melhor programa humorístico da tv brasileira, desde que a Gorete Milagres se aposentou. Ô coitada. Ladies and gentlemen:

OS DEZ VÍDEOS MAIS TOSCOS DA POLÍTICA NACIONAL

9. Quem quer empregooooo?
“Você sabe o que é justiça social? Eu também não sabia.”
São tantas promessas em 2 minutos, que a única explicação que eu tenho pra isso é que na época, Senor Abravanel tinha comprado muitos episódios de Chapolin e achou que aquela varinha do Chirrin/Chirrion era de verdade. Inflação: chirrion! ¬¬
O final também é impagável, uma vez que ele deve ter sido o único candidato a presidente sem o nome na cédula.

8. Andrea Nunnenkamp – Sobe o som, DJ!
“Ela quer ajudar o governador PEDRO COUTO a acabar com os entraves que dificultam o… PULA SAI DO CHÃO, ESSE É O BONDE DO TIGRÃO”
Que falta faz um técnico de som decente.

7. Eleições 89
Tião Macalé querendo o vale-dentadura, comercial do Bombril com o nome do Maluf e o Collor parecendo o Christian Bale depois da gripe. Tem coisas que você só vê em eleições old school…

6. Clodô abalando Brasila

Clodovil mostrando que não importa o quanto você seja zoado, você sempre pode ser mais um pouquinho. Pretende se tornar eterno nessa BRASILA!

5. Levy "Aerotrem" Fidelix
O começo do discurso toca num ponto interessante e que se fosse levado à risca, conseguiria mais uns 53 votos pra ele. O grande problema é que a única proposta de Levy Fidélix é o Aerotrem.
Moradia: morem no Aerotrem
Fome: sirvam-se de chá e biscoitos nas estações do Aerotrem
Educação: alfabetização usando o nome das estações do Aerotrem como exemplo.
Emprego: o Aerotrem vai alcançar tantos lugares e ter tantas estações que o se o governo recrutar toda a gente necessária pra essa obra, não haverá mais desemprego.

4. Debate “A Praça é Nossa” 1989
Hoje em dia os debates são totalmente sem graça. Os mediadores ficam pedindo silêncio para a platéia, os candidatos até que se respeitam e ninguém tem vontade de ver nada. Nesse debate fenomenal (que tem direito até a platéia rachando o bico) temos 3 personagens fantásticos: Lula e a pior piada já contada no mundo da política, Leonel “Ozzy Osbourne” Brizola, só faltou reclamar do controle remoto e  Covas, o cínico.
É comprido mas vale a pena dar uma olhada.

3. Gaúcho da Cadeira de Roda
Pô véi, só deram 3 segundos pro Gaúcho da cadeira de rodas porque? Só porque ele é aleijado? Puta preconceito, meu!

2. Dr. X
O recordista baiano de rimas resolve se candidatar e sob a alcunha de Dr. X pretende criar só um milhão de empregos. Vou mandar um e-mail pra ele perguntando se o primo dele consegue um autógrafo do Speed Racer pra mim (piada nerd).

1. Marronzinho
Em apenas 27 segundos, Marronzinho coloca todos os outros vídeos no bolso.
Atentem para o cachorro latindo no começo, depois a bela dicção em “Vale do Jequitinhunha”. Depois o SuperMarronzinho vai OBRIGAR a Petrobrás a usar seu equipamento na procura de água no Nordeste. Por fim, aparece o desenho de uma zebra, o locutor lança o ótimo “pobre vota em pobre” e a cédula indicando como votar em Marronzinho é um show aparte. Até agora não entendo como ele perdeu pro Collor.